Com o intuito de tentar reduzir os elevados números de "saidinhas de banco" em Niterói, o prefeito Godofredo Pinto (PT) aprovou, terça-feira, lei de autoria do vereador Luiz Carlos Gallo (PDT), que irá obrigar os bancos a instalarem divisórias entre os caixas eletrônicos e câmeras de segurança na parte externa das agências. A lei deve ser publicada nos Atos Oficiais do Município hoje. De acordo com o vereador, o foco é proteger a integridade física da população.
"Os criminosos costumam atacar quem saca, em geral, acima de R$ 5 mil. Para isso, eles conseguem observar as ações do cliente no momento do saque no caixa eletrônico. Com as divisórias, o usuário poderá ficar tranqüilo, pois niguém terá a visão do que ele faz e haverá uma pequena grade para a saída", explica Gallo.
Além da proteção no caixa, a instalação do circuito externo de câmeras visa flagrar toda a ação que ocorre na porta e locais próximos aos bancos. Gallo disse que as filmagens poderão auxiliar a polícia na identificação de possíveis criminosos.
"Lamento que os banqueiros não estejam preocupados com a segurança de seus clientes. A fiscalização irá intervir, caso eles não cumpram o que for determinado. Garanto que a população terá a segurança necessária."
Apoio - Algumas pessoas aprovaram as novas medidas. O advogado Wagner Correa de Oliveira, de 60 anos, disse ter sido vítima duas vezes de "saidinha de banco" no Centro de Niterói, e afirma que a regra já devia estar em vigor há muito tempo.
"Nas duas vezes que sofri esse tipo de crime, os criminosos me acompanharam até meu escritório. Primeiro levaram R$ 1,7 mil. Na segunda vez, roubaram R$ 2,2 mil", conta.
sexta-feira, 28 de março de 2008
INPH anuncia ante-projeto para dragagem em torno dos estaleiros de Niterói
Filipe Cabral
O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), Domenico Acceta, anunciou na manhã de ontem que vai apresentar, no dia 15 de abril, aos representantes da indústria naval de Niterói, Porto de Niterói e aos órgãos ambientais, o anteprojeto para os serviços de dragagem da área em torno dos estaleiros que funcionam no município.
A novidade atende a uma antiga reivindicação dos empresários do setor. Domenico acrescentou que o anteprojeto, que já terá a previsão de custo, será entregue ao secretário nacional dos Portos, Pedro Brito.
O anúncio foi feito durante reunião na qual participavam também a secretária de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, Jandira Feghali; o subsecretário de Ciência e Tecnologia de Niterói, Celso Cunha; representantes dos estaleiros, das empresas Barcas S.A e Ponte S.A, além da Feema e Universidade Federal Fluminense (UFF).
Na próxima terça-feira, os estaleiros deverão apresentar ao INPH estudos próprios recentes, como batimetria e avaliações ambientais, para que seja traçado o projeto.
A dragagem da enseada de Niterói será fundamental para possibilitar aos estaleiros o recebimento de grandes embarcações para reparo e até mesmo construção de navios de maior porte.
Em setembro do ano passado, durante a Fenashore, evento do setor naval ocorrido em Niterói, o secretário nacional dos Portos, Pedro Brito, prometeu que realizaria o serviço estrutural.
"Na ocasião, o secretário se comprometeu a lutar para incluir a dragagem da região de Niterói no PAC Nacional dos Portos" explicou Jandira Feghali. No final de janeiro, a secretária foi recebida numa audiência com o presidente Lula, que prometeu que até o fim do ano começam os trabalhos de dragagem. O ministro Pedro Brito foi convocado pelo presidente para a audiência e recebeu carta branca para conduzir o serviço.
O Fluminense
O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH), Domenico Acceta, anunciou na manhã de ontem que vai apresentar, no dia 15 de abril, aos representantes da indústria naval de Niterói, Porto de Niterói e aos órgãos ambientais, o anteprojeto para os serviços de dragagem da área em torno dos estaleiros que funcionam no município.
A novidade atende a uma antiga reivindicação dos empresários do setor. Domenico acrescentou que o anteprojeto, que já terá a previsão de custo, será entregue ao secretário nacional dos Portos, Pedro Brito.
O anúncio foi feito durante reunião na qual participavam também a secretária de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, Jandira Feghali; o subsecretário de Ciência e Tecnologia de Niterói, Celso Cunha; representantes dos estaleiros, das empresas Barcas S.A e Ponte S.A, além da Feema e Universidade Federal Fluminense (UFF).
Na próxima terça-feira, os estaleiros deverão apresentar ao INPH estudos próprios recentes, como batimetria e avaliações ambientais, para que seja traçado o projeto.
A dragagem da enseada de Niterói será fundamental para possibilitar aos estaleiros o recebimento de grandes embarcações para reparo e até mesmo construção de navios de maior porte.
Em setembro do ano passado, durante a Fenashore, evento do setor naval ocorrido em Niterói, o secretário nacional dos Portos, Pedro Brito, prometeu que realizaria o serviço estrutural.
"Na ocasião, o secretário se comprometeu a lutar para incluir a dragagem da região de Niterói no PAC Nacional dos Portos" explicou Jandira Feghali. No final de janeiro, a secretária foi recebida numa audiência com o presidente Lula, que prometeu que até o fim do ano começam os trabalhos de dragagem. O ministro Pedro Brito foi convocado pelo presidente para a audiência e recebeu carta branca para conduzir o serviço.
O Fluminense
terça-feira, 25 de março de 2008
Secretários entregam cargos
Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur), José Mauro Haddad, entregaram ontem à tarde os seus cargos ao prefeito de Niterói, Godofredo Pinto. Os dois reuniram-se com Godofredo e agradeceram o apoio as suas gestões. Ambos obedecem a uma determinação do presidente regional do PPS (ao qual estão filiados), deputado estadual Comte Bittencourt, dada no último dia 14, de entrega dos cargos pelos filiados do partido ao governo.
O prefeito anunciou ainda ontem a nomeação dos substitutos de Dina e Haddad. Para a Secretaria de Esportes foi nomeado o subsecretário da pasta, João Teixeira. Para presidir a Neltur, o diretor financeiro da empresa, Ivan Coutinho. As nomeações deverão ser publicadas hoje no Diário Oficial do Município. Contudo, de acordo com Godofredo, João e Ivan ficarão nos novos cargos interinamente.
Já Dina e Haddad são pré-candidatos a vereador e irão agora se preparar para a campanha eleitoral, que será iniciada em 6 de julho.
O prefeito anunciou ainda ontem a nomeação dos substitutos de Dina e Haddad. Para a Secretaria de Esportes foi nomeado o subsecretário da pasta, João Teixeira. Para presidir a Neltur, o diretor financeiro da empresa, Ivan Coutinho. As nomeações deverão ser publicadas hoje no Diário Oficial do Município. Contudo, de acordo com Godofredo, João e Ivan ficarão nos novos cargos interinamente.
Já Dina e Haddad são pré-candidatos a vereador e irão agora se preparar para a campanha eleitoral, que será iniciada em 6 de julho.
PT regional não quer prévias
As prévias para escolher o candidato a prefeito, marcadas para o dia 13 de abril. Os líderes regionais, que apóiam o deputado estadual Rodrigo Neves como o melhor nome, declararam que fizeram uma pesquisa que está sendo registrada, para poder ser divulgada. Com base nos resultados, eles pedirão a suspensão das prévias.
Os números não podem ser divulgados porque a pesquisa foi erroneamente protocolada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), quando deveria ser registrada no cartório da 72ª Zona Eleitoral de Niterói, o que deve acontecer hoje. A divulgação só é permitida cinco dias corridos após o registro.
O anúncio foi feito ontem por Alberto Cantalice, que fez questão de ressaltar a qualidade dos três postulantes, todos com história no partido.
"A proposta já existe. Vamos entrar num processo de discussão interna, inclusive com o prefeito Godofredo Pinto, para buscar a unidade do partido. O ideal seria que não houvesse uma prévia, que houvesse uma candidatura de consenso, esse é o nosso desejo", afirmou Cantalice.
Ele frisou que será acatado o resultado da prévia, mas que vai trabalhar no sentido que seja eleito o melhor candidato para representar o partido, que na avaliação da executiva estadual, é Rodrigo. A proposta de abortar a eleição interna será levada a Godofredo na semana que vem. Antes de se reunir com Godofredo, Cantalice quer aguardar as prévias na capital, que acontecem no próximo dia 30.
"O ideal para a direção do partido é que Niterói tivesse uma candidatura de consenso e que o processo fosse liderado pelo prefeito. Na nossa avaliação, ele está equivocado, porque na verdade se trata de um processo eleitoral. Quando o prefeito não apresenta o melhor nome eleitoralmente, ele está cometendo um equívoco", avaliou.
Para Cantalice, é muito mais fácil trabalhar com um nome conhecido do que criar outro perante o eleitorado.
O presidente do PT niteroiense, Anderson Rodrigues, o Pipico, ainda não recebeu oficialmente dados da pesquisa, mas analisou preliminarmente que o que fica explícito é que o partido tem pelo menos dois bons candidatos.
"Não temos a metodologia do levantamento, mas com certeza não vai interferir na realização ou não das prévias", comentou.
Hoje à noite, a executiva do PT de Niterói se reunirá, e, segundo Pipico, deve discutir tanto a pesquisa quanto a proposta do PT estadual.
Os números não podem ser divulgados porque a pesquisa foi erroneamente protocolada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), quando deveria ser registrada no cartório da 72ª Zona Eleitoral de Niterói, o que deve acontecer hoje. A divulgação só é permitida cinco dias corridos após o registro.
O anúncio foi feito ontem por Alberto Cantalice, que fez questão de ressaltar a qualidade dos três postulantes, todos com história no partido.
"A proposta já existe. Vamos entrar num processo de discussão interna, inclusive com o prefeito Godofredo Pinto, para buscar a unidade do partido. O ideal seria que não houvesse uma prévia, que houvesse uma candidatura de consenso, esse é o nosso desejo", afirmou Cantalice.
Ele frisou que será acatado o resultado da prévia, mas que vai trabalhar no sentido que seja eleito o melhor candidato para representar o partido, que na avaliação da executiva estadual, é Rodrigo. A proposta de abortar a eleição interna será levada a Godofredo na semana que vem. Antes de se reunir com Godofredo, Cantalice quer aguardar as prévias na capital, que acontecem no próximo dia 30.
"O ideal para a direção do partido é que Niterói tivesse uma candidatura de consenso e que o processo fosse liderado pelo prefeito. Na nossa avaliação, ele está equivocado, porque na verdade se trata de um processo eleitoral. Quando o prefeito não apresenta o melhor nome eleitoralmente, ele está cometendo um equívoco", avaliou.
Para Cantalice, é muito mais fácil trabalhar com um nome conhecido do que criar outro perante o eleitorado.
O presidente do PT niteroiense, Anderson Rodrigues, o Pipico, ainda não recebeu oficialmente dados da pesquisa, mas analisou preliminarmente que o que fica explícito é que o partido tem pelo menos dois bons candidatos.
"Não temos a metodologia do levantamento, mas com certeza não vai interferir na realização ou não das prévias", comentou.
Hoje à noite, a executiva do PT de Niterói se reunirá, e, segundo Pipico, deve discutir tanto a pesquisa quanto a proposta do PT estadual.
Dengue: Niterói registra 178 atendimentos na Semana Santa
O balanço de pacientes que procuraram a rede pública na Semana Santa com sintomas de dengue. Foram 178 atendimentos. Com a epidemia de dengue no Estado, a procura pela doação de sangue também aumentou. No hemonúcleo do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap) houve um aumento de 60%, referente ao número de doadores de sangue no mês de março. Segundo a responsável pelo setor, a Drª. Olga Maria Diniz Pereira, o hospital tem recebido cerca de 20 doadores diariamente. Para ela, o que fez com que a procura pela doação de sangue aumentasse foram às campanhas realizadas no início do mês, através de palestras em igrejas, e panfletos distribuídos nas ruas.
Dos 178 pacientes atendidos no feriado, 111 foram de primeiro atendimento e 67 de casos de retorno para acompanhamento. O número de casos de dengue notificados até a última segunda-feira, no município, foi 902, mas apenas 43 deles foram confirmados. Em janeiro deste ano, foram 399, em fevereiro 385 e este mês já foram notificados 118. Entre os casos investigados, sete são do tipo hemorrágico da doença e 19 são considerados casos com complicações clínicas. Os cinco veículos recebidos pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), no mês passado, e as três máquinas costais para a pulverização de inseticidas, continuam sendo usados pelos agentes do Centro de Controle de Zoonoses do município no combate a dengue.
Huap – A Drª. Olga Maria ressaltou que, apesar do número de doadores ter aumentado, ainda é pouca a quantidade de bolsas de sangue do Huap. Ela elogiou a atitude dos doadores e esclareceu que quem nunca doou, pode procurar o hospital para se tornar voluntário nesta causa. O hemonúcleo funciona de segunda à sexta-feira das 08h às 12h e para doar basta levar o documento original de identidade e não estar em jejum. O único alerta é para não consumir alimentos gordurosos horas antes da doação.
O Fluminense
Dos 178 pacientes atendidos no feriado, 111 foram de primeiro atendimento e 67 de casos de retorno para acompanhamento. O número de casos de dengue notificados até a última segunda-feira, no município, foi 902, mas apenas 43 deles foram confirmados. Em janeiro deste ano, foram 399, em fevereiro 385 e este mês já foram notificados 118. Entre os casos investigados, sete são do tipo hemorrágico da doença e 19 são considerados casos com complicações clínicas. Os cinco veículos recebidos pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), no mês passado, e as três máquinas costais para a pulverização de inseticidas, continuam sendo usados pelos agentes do Centro de Controle de Zoonoses do município no combate a dengue.
Huap – A Drª. Olga Maria ressaltou que, apesar do número de doadores ter aumentado, ainda é pouca a quantidade de bolsas de sangue do Huap. Ela elogiou a atitude dos doadores e esclareceu que quem nunca doou, pode procurar o hospital para se tornar voluntário nesta causa. O hemonúcleo funciona de segunda à sexta-feira das 08h às 12h e para doar basta levar o documento original de identidade e não estar em jejum. O único alerta é para não consumir alimentos gordurosos horas antes da doação.
O Fluminense
Pesquisa mostra que 89% dos menores que vivem em abrigos de Niterói têm pais
O perfil dos menores em abrigos nem sempre é o que sugere o senso comum. Pesquisa inédita desenvolvida pela Organização Não-Governamental (ONG) Quintal da Casa de Ana em oito abrigos de Niterói aponta que apenas 11% das crianças e adolescentes que moram nesses locais são órfãos e 5% vítimas de abandono. O novo perfil dos abrigos é de "órfãos de pais vivos", como cita a psicóloga Fabiana Bittencourt, coordenadora técnica do programa "Lar para Todos".
De início, o universo era de 315 menores abrigados em 12 instituições de Niterói. Porém, quando o projeto saiu do papel, em abril de 2007, dois dos abrigos já haviam fechado: o São Martinho, no Centro, e o Ciep Residência, no Barreto. O Abrigo Almir Madeira, também no Barreto, trabalha com portadores de necessidades especiais e saiu da lista por já desenvolver um acompanhamento específico. Já a Casa das Meninas, no Centro, ficou de fora por ser um centro de passagem.
A partir de agora, a intenção, segundo Fabiana, é acompanhar as famílias. Após o início do trabalho, constatou-se que são 244 os abrigados, e outros 71 menores que estavam em situação de risco social.
"Temos a perspectiva de realizar o estudo com crianças já desabrigadas e aquelas em risco social, que estão na iminência de serem abrigadas. O Conselho Tutelar, em parceria, nos encaminha, e nós acompanhamos a família, para evitar o abrigamento", detalha.
No caso dos menores que já estão nos abrigos, uma equipe de quatro psicólogos, quatro assistentes sociais e um advogado, todos da ONG Quintal da Casa de Ana, emite relatórios psicossociais, que são remetidos à Vara de Infância e Juventude de Niterói e para o Ministério Público. São identificados os motivos por que eles estão nos abrigos, as condições familiares e a disponibilidade para adoção.
O maior motivo apontado pela pesquisa até agora para que os menores sejam encaminhados aos abrigos é a negligência familiar, constatada em 25% dos casos. Em segundo lugar, vem a pobreza, com 18%.
"Através deste estudo, já conseguimos que 31 crianças fossem encaminhadas para adoção. A situação delas foi definida, ou seja, não podiam mais voltar para casa", explica.
Outras 22 crianças foram reintegradas às famílias, que contam com apoio para serem inseridas em programas como o Bolsa-Família, e em atendimento psiquiátrico, quando preciso.
Carência
Os números ainda não estão fechados, pois a base é o levantamento parcial de dezembro. Mas já foi possível perceber que a maioria dos abrigados tem entre 7 e 12 anos de idade. Os negros são 51%; pardos, 32%; e brancos, 17%. Em Niterói, as meninas são 53%, e os meninos, 47%.
O perfil dos abrigos também é traçado, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social. O relatório identifica que abrigos são esses e quantos vivem em cada um.
Um dos pontos mais delicados, de acordo com Fabiana Bittencourt, é o tempo de abrigamento, em média de 4,6 anos. Faltam estatísticas nacionais comparativas, o que não impede que o tempo seja considerado excessivo."Essa média é altíssima. Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o abrigo é medida provisória e excepcional. Existem crianças há nove, dez anos no abrigo. A nossa luta é ajudar para que esse tempo de abrigamento diminua", relata.
Os fatores que contribuem para o longo período são variados, mas um dos principais é a carência de equipe técnica, como psicólogos e assistentes sociais.
"Uma criança que chega com 1 aninho e sai com 18 vai para a rua sem perspectiva nenhuma, sem referências de família. Para entrar, a porta do abrigo é grande; para sair, é estreita", conclui.
Seleção pública – Os relatórios têm alimentado o banco de dados do Ministério Público, que também é defasado pela falta de informações fornecidas pelos próprios abrigos.
O "Lar para Todos" é financiado pela Petrobras e foi escolhido por seleção pública em 2006, junto com outros 75 projetos. Eram 41 mil inscritos em todo o Brasil.
Dentre os dez abrigos, oito estão na pesquisa: a Associação Metodista de Ação Social (Amas) e o Orfanato Santo Antônio, no Fonseca; Casa de Passagem Paulo Freire, no Barreto; Lar da Criança, na Ititioca; Casa Resgate, em Várzea das Moças; Lar Batista, em Rio do Ouro; Casa Maria de Magdala, no Sapê, e o Lar da Beth, no Largo da Batalha.
O Fluminense
De início, o universo era de 315 menores abrigados em 12 instituições de Niterói. Porém, quando o projeto saiu do papel, em abril de 2007, dois dos abrigos já haviam fechado: o São Martinho, no Centro, e o Ciep Residência, no Barreto. O Abrigo Almir Madeira, também no Barreto, trabalha com portadores de necessidades especiais e saiu da lista por já desenvolver um acompanhamento específico. Já a Casa das Meninas, no Centro, ficou de fora por ser um centro de passagem.
A partir de agora, a intenção, segundo Fabiana, é acompanhar as famílias. Após o início do trabalho, constatou-se que são 244 os abrigados, e outros 71 menores que estavam em situação de risco social.
"Temos a perspectiva de realizar o estudo com crianças já desabrigadas e aquelas em risco social, que estão na iminência de serem abrigadas. O Conselho Tutelar, em parceria, nos encaminha, e nós acompanhamos a família, para evitar o abrigamento", detalha.
No caso dos menores que já estão nos abrigos, uma equipe de quatro psicólogos, quatro assistentes sociais e um advogado, todos da ONG Quintal da Casa de Ana, emite relatórios psicossociais, que são remetidos à Vara de Infância e Juventude de Niterói e para o Ministério Público. São identificados os motivos por que eles estão nos abrigos, as condições familiares e a disponibilidade para adoção.
O maior motivo apontado pela pesquisa até agora para que os menores sejam encaminhados aos abrigos é a negligência familiar, constatada em 25% dos casos. Em segundo lugar, vem a pobreza, com 18%.
"Através deste estudo, já conseguimos que 31 crianças fossem encaminhadas para adoção. A situação delas foi definida, ou seja, não podiam mais voltar para casa", explica.
Outras 22 crianças foram reintegradas às famílias, que contam com apoio para serem inseridas em programas como o Bolsa-Família, e em atendimento psiquiátrico, quando preciso.
Carência
Os números ainda não estão fechados, pois a base é o levantamento parcial de dezembro. Mas já foi possível perceber que a maioria dos abrigados tem entre 7 e 12 anos de idade. Os negros são 51%; pardos, 32%; e brancos, 17%. Em Niterói, as meninas são 53%, e os meninos, 47%.
O perfil dos abrigos também é traçado, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social. O relatório identifica que abrigos são esses e quantos vivem em cada um.
Um dos pontos mais delicados, de acordo com Fabiana Bittencourt, é o tempo de abrigamento, em média de 4,6 anos. Faltam estatísticas nacionais comparativas, o que não impede que o tempo seja considerado excessivo."Essa média é altíssima. Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o abrigo é medida provisória e excepcional. Existem crianças há nove, dez anos no abrigo. A nossa luta é ajudar para que esse tempo de abrigamento diminua", relata.
Os fatores que contribuem para o longo período são variados, mas um dos principais é a carência de equipe técnica, como psicólogos e assistentes sociais.
"Uma criança que chega com 1 aninho e sai com 18 vai para a rua sem perspectiva nenhuma, sem referências de família. Para entrar, a porta do abrigo é grande; para sair, é estreita", conclui.
Seleção pública – Os relatórios têm alimentado o banco de dados do Ministério Público, que também é defasado pela falta de informações fornecidas pelos próprios abrigos.
O "Lar para Todos" é financiado pela Petrobras e foi escolhido por seleção pública em 2006, junto com outros 75 projetos. Eram 41 mil inscritos em todo o Brasil.
Dentre os dez abrigos, oito estão na pesquisa: a Associação Metodista de Ação Social (Amas) e o Orfanato Santo Antônio, no Fonseca; Casa de Passagem Paulo Freire, no Barreto; Lar da Criança, na Ititioca; Casa Resgate, em Várzea das Moças; Lar Batista, em Rio do Ouro; Casa Maria de Magdala, no Sapê, e o Lar da Beth, no Largo da Batalha.
O Fluminense
segunda-feira, 24 de março de 2008
Jardim Botânico de Niterói irá receber R$ 400 mil para revitalização
O deputado federal Jorge Bittar (PT) visitou, na manhã desta segunda-feira, o Jardim Botânico de Niterói, no Fonseca. Ele se reuniu com o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Christino Áureo, e o administrador do parque, Leonardo Reis, para falar da emenda parlamentar de R$ 400 mil, aprovada recentemente, para a recuperação do jardim.
De acordo com Bittar, a verba deve ser liberada até junho deste ano, e será empregada na reativação do herbário, na construção de um centro de visitantes, na remodelação paisagística do jardim e na criação de uma área de recreação infantil. Segundo o deputado federal, o objetivo do projeto de recuperação do parque é transformá-lo em um marco no setor de lazer da cidade, bem como de preocupação com o meio ambiente. Um dos pontos de maior importância na recuperação do Jardim Botânico de Niterói, segundo o administrador Leonardo Reis, é a reativação do herbário.
Durante a visita, Jorge Bittar aproveitou para conhecer o projeto EcoAmpla, instalado nas dependências do Jardim Botânico. Ele elogiou a iniciativa da concessionária de energia elétrica. Segundo Bittar, a reciclagem é extremamente importante para a preservação do meio ambiente, e aliar isso à redução dos valores das contas de energia tem um repercussão inestimável para a cidade.
O Fluminense
De acordo com Bittar, a verba deve ser liberada até junho deste ano, e será empregada na reativação do herbário, na construção de um centro de visitantes, na remodelação paisagística do jardim e na criação de uma área de recreação infantil. Segundo o deputado federal, o objetivo do projeto de recuperação do parque é transformá-lo em um marco no setor de lazer da cidade, bem como de preocupação com o meio ambiente. Um dos pontos de maior importância na recuperação do Jardim Botânico de Niterói, segundo o administrador Leonardo Reis, é a reativação do herbário.
Durante a visita, Jorge Bittar aproveitou para conhecer o projeto EcoAmpla, instalado nas dependências do Jardim Botânico. Ele elogiou a iniciativa da concessionária de energia elétrica. Segundo Bittar, a reciclagem é extremamente importante para a preservação do meio ambiente, e aliar isso à redução dos valores das contas de energia tem um repercussão inestimável para a cidade.
O Fluminense
NOVA CARA ENTRE OS VELHOS CACIQUES
NITERÓI VEM SOFRENDO, AO LONGO DE MUITOS ANOS PASSADOS, COM O MARASMO FEUDALISTA DA CÂMARA DOS VEREADORES E POTENCIALMENTE EM TODA A ESTRUTURA POLÍTICA DA CIDADE. TAL PRÁTICA TORNOU-SE INFECCIOSA NA NOSSA CIDADE. ESTA CHAGA CRÍTICA VEM SENDO COMBATIDA AO LONGO DOS ÚLTIMOS 10 ANOS COM UMA NOVA GERAÇÃO DE POLÍTICOS QUE NO DECORRER DA HISTÓRIA, TENTA SE FIRMAR DIANTE DOS DINOSSAUROS EXISTENTES. ESSA VERTENTE INOVADORA DA VISÃO SOCIAL, POLÍTICA E ECONÔMICA DA NOSSA CIDADE CULMINA, NESTA ELEIÇÃO, COM A PRESENÇA DE UM JOVEM DE CLASSE MÉDIA QUE VISLUMBRA UMA CIDADE DIGNA PARA TODOS OS NITEROIENSES, INDEPENDENTEMENTE DE SUA CLASSE SOCIAL.
ESSA BRISA DE RENASCIMENTO VEM TOMANDO FORMA DE UM FURACÃO AVASSALADOR QUE JÁ TIRA O SONO DOS CACIQUES CORONEALISTAS DA FALIDA POLITICAGEM S/A DE NITERÓI.
HUMBERTO CASTRO, ESSE É O NOME DE UM FURACÃO ESSENCIAL A NITERÓI. COM UM PASSADO ILIBADO E DE FAMÍLIA TRADICIONAL. O HC, COMO É CONHECIDO NA CIDADE, ABALOU ATÉ AS ESTRUTURAS DO SEU PARTIDO, O PMDB, POIS VEM ATROPELANDO OS VELHOS CACIQUES E SUAS VELHAS CAMPANHAS.
HUMBERTO CASTRO OU SIMPLESMENTE HC É O OXIGÊNIO QUE ESTAVA FALTANDO PARA A NOSSA CIDADE. QUE VENHA MAIS SANGUE NOVO, COMO O HC, NOSSA CIDADE PRECISA DE NOVOS NOMES E DE NOVAS IDÉIAS.
ESSA BRISA DE RENASCIMENTO VEM TOMANDO FORMA DE UM FURACÃO AVASSALADOR QUE JÁ TIRA O SONO DOS CACIQUES CORONEALISTAS DA FALIDA POLITICAGEM S/A DE NITERÓI.
HUMBERTO CASTRO, ESSE É O NOME DE UM FURACÃO ESSENCIAL A NITERÓI. COM UM PASSADO ILIBADO E DE FAMÍLIA TRADICIONAL. O HC, COMO É CONHECIDO NA CIDADE, ABALOU ATÉ AS ESTRUTURAS DO SEU PARTIDO, O PMDB, POIS VEM ATROPELANDO OS VELHOS CACIQUES E SUAS VELHAS CAMPANHAS.
HUMBERTO CASTRO OU SIMPLESMENTE HC É O OXIGÊNIO QUE ESTAVA FALTANDO PARA A NOSSA CIDADE. QUE VENHA MAIS SANGUE NOVO, COMO O HC, NOSSA CIDADE PRECISA DE NOVOS NOMES E DE NOVAS IDÉIAS.
Expectativa de vida nova para niteroienses
Iniciado em agosto de 2007, o processo de urbanização no Badu está estagnado. Nem mesmo a primeira etapa, que consistia na canalização do Rio Sapê-Canoas, foi concluída. Segundo o aposentado Francisco Gonçalves Couto, que mora no local há 32 anos, os reparos ainda não surtiram efeito.
"Usaram 2,5 mil sacos de cimento e 5,5 mil de areia para criar uma barreira no rio, mas nas primeiras chuvas já percebemos que elas precisam de algumas melhorias. A contenção não agüentou toda a água", reclamou Francisco, que disse que ratos entram na sua casa através dos tubos de esgoto improvisados na obra.
A professora Aparecida de Fátima, também moradora do Morro da Cocada, contou que pouco antes dos trabalhos serem interrompidos, os próprios funcionários teriam admitido alguns erros no início do processo de canalização.
"Me disseram que o projeto da obra tinha alguns problemas. Então eu pergunto: por que fizeram? Por causa das escavações, minha casa tem corrido risco. Todos os dias um pouco do barranco na frente dela desmorona. Espero que retomem as obras logo", disse.
De acordo com os moradores, as obras estariam abandonadas desde o início do ano. Eles contaram que a empresa responsável pelo trabalho no local teria dispensado os trabalhadores por problemas de repasse de verbas. A Prefeitura informou que o dinheiro para a continuidade das intervenções não teria sido repassado pelo Governo Federal, mas garantiu que o problema já foi resolvido e os funcionários começaram a ser recontratados.
Rapidez – Na Vila Ipiranga, o presidente do Centro Pró-Melhoramentos da comunidade, Celso Santos, afirmou que as obras começaram, mas mostrou-se decepcionado com a lentidão.
"Criamos uma expectativa muito grande em torno desse projeto, mas começo a pensar que estão nos fazendo esperar demais. Desde o dia 14 de dezembro a rede de esgoto está sendo feita, mas o trecho que já foi reformado é muito pequeno. O trabalho não está tão rápido quanto gostaríamos ", concluiu.
Celso disse que a comunidade aguarda ansiosa, principalmente porque existe a possibilidade de geração de cerca de 600 empregos diretos, o que segundo ele, seria a esperança para muitos jovens e adultos do local, que é conhecido como violento.
Espera por emprego
Diferente dos outros casos, as obras do Morro do Preventório correm normalmente. Segundo os moradores, a preocupação está nos empregos prometidos aos membros da comunidade pelo Governo Estadual, que administra o trabalho no local. Luís Alexandre Monteiro questionou o processo de contratação.
"Nos disseram que usariam mão-de-obra da comunidade. Inclusive, quem não estivesse capacitado passaria por um curso profissionalizante do Senai. Nos inscrevemos para os empregos, mas ainda estamos esperando".
De acordo com a Companhia Estadual de Habitação (Cehab), as obras ainda estão em processo inicial. Por enquanto, poucas intervenções foram feitas e, por isso, a companhia não tem precisado de grande quantitativo de pessoas para o trabalho. Mas segundo a Cehab, quando o processo avançar, os moradores serão convocados.
O Morro do Capim Melado terá que aguardar um pouco mais. Segundo a Prefeitura, o contrato de financiamento das obras foi assinado há pouco mais de uma semana, e será realizada a licitação para definir a empresa responsável pelos trabalhos de saneamento básico, contenção de encostas, drenagem, pavimentação e construção de uma creche e de uma praça, orçados em R$ 5,36 milhões.
Em razão do mesmo problema de repasse de verbas do Governo Federal, a Prefeitura justificou o trabalho lento realizado na Vila Ipiranga.
"Usaram 2,5 mil sacos de cimento e 5,5 mil de areia para criar uma barreira no rio, mas nas primeiras chuvas já percebemos que elas precisam de algumas melhorias. A contenção não agüentou toda a água", reclamou Francisco, que disse que ratos entram na sua casa através dos tubos de esgoto improvisados na obra.
A professora Aparecida de Fátima, também moradora do Morro da Cocada, contou que pouco antes dos trabalhos serem interrompidos, os próprios funcionários teriam admitido alguns erros no início do processo de canalização.
"Me disseram que o projeto da obra tinha alguns problemas. Então eu pergunto: por que fizeram? Por causa das escavações, minha casa tem corrido risco. Todos os dias um pouco do barranco na frente dela desmorona. Espero que retomem as obras logo", disse.
De acordo com os moradores, as obras estariam abandonadas desde o início do ano. Eles contaram que a empresa responsável pelo trabalho no local teria dispensado os trabalhadores por problemas de repasse de verbas. A Prefeitura informou que o dinheiro para a continuidade das intervenções não teria sido repassado pelo Governo Federal, mas garantiu que o problema já foi resolvido e os funcionários começaram a ser recontratados.
Rapidez – Na Vila Ipiranga, o presidente do Centro Pró-Melhoramentos da comunidade, Celso Santos, afirmou que as obras começaram, mas mostrou-se decepcionado com a lentidão.
"Criamos uma expectativa muito grande em torno desse projeto, mas começo a pensar que estão nos fazendo esperar demais. Desde o dia 14 de dezembro a rede de esgoto está sendo feita, mas o trecho que já foi reformado é muito pequeno. O trabalho não está tão rápido quanto gostaríamos ", concluiu.
Celso disse que a comunidade aguarda ansiosa, principalmente porque existe a possibilidade de geração de cerca de 600 empregos diretos, o que segundo ele, seria a esperança para muitos jovens e adultos do local, que é conhecido como violento.
Espera por emprego
Diferente dos outros casos, as obras do Morro do Preventório correm normalmente. Segundo os moradores, a preocupação está nos empregos prometidos aos membros da comunidade pelo Governo Estadual, que administra o trabalho no local. Luís Alexandre Monteiro questionou o processo de contratação.
"Nos disseram que usariam mão-de-obra da comunidade. Inclusive, quem não estivesse capacitado passaria por um curso profissionalizante do Senai. Nos inscrevemos para os empregos, mas ainda estamos esperando".
De acordo com a Companhia Estadual de Habitação (Cehab), as obras ainda estão em processo inicial. Por enquanto, poucas intervenções foram feitas e, por isso, a companhia não tem precisado de grande quantitativo de pessoas para o trabalho. Mas segundo a Cehab, quando o processo avançar, os moradores serão convocados.
O Morro do Capim Melado terá que aguardar um pouco mais. Segundo a Prefeitura, o contrato de financiamento das obras foi assinado há pouco mais de uma semana, e será realizada a licitação para definir a empresa responsável pelos trabalhos de saneamento básico, contenção de encostas, drenagem, pavimentação e construção de uma creche e de uma praça, orçados em R$ 5,36 milhões.
Em razão do mesmo problema de repasse de verbas do Governo Federal, a Prefeitura justificou o trabalho lento realizado na Vila Ipiranga.
Maquete da nova Alameda São Boaventura no Terminal Rodoviário João Goulart
Quem quiser saber como ficará a Alameda São Boaventura, em Niterói, depois das obras do corredor viário que a Secretaria de Transportes irá fazer este ano, pode ir, a partir desta terça-feira, ao Terminal Rodoviário João Goulart, ao lado da estação das barcas, na Praça Araribóia. Lá, em um estande, estará exposta a maquete da obra, considerada uma das mais importantes para os moradores de Niterói e municípios vizinhos.
"A maquete dará uma idéia para a população de como funcionará o corredor e como ficará o trânsito na alameda", antecipou o secretário de Transportes Julio Lopes.
A obra será executada pela Construtora Camter, vencedora da licitação, e deverá ficar pronta em setembro. Um dos principais eixos viários de Niterói, a alameda liga os municípios do Leste fluminense com a Ponte Rio-Niterói. Por ela, trafegam por hora uma média de 2,5 mil veículos e 300 ônibus municipais e intermunicipais.
Além desse intenso movimento de veículos, a alameda possui grande número de lojas comerciais e de serviços ao longo das duas margens. A Secretaria de Transporte calcula que a construção do corredor beneficiará diariamente 500 mil pessoas que circulam por essa área de Niterói.
"A previsão é que a velocidade dos carros seja três vezes maior que a atual média de 10 km/h nos horários de maior movimento, Precisamos dar um fim aos intermináveis engarrafamentos que atrapalham a rotina dessas pessoas. Esse projeto também vai permitir uma maior integração dos ônibus com o sistema de barcas, desafogando o trânsito na Ponte Rio-Niterói", destaca o secretário Julio Lopes, lembrando que o projeto também inclui alargamento da Avenida Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, onde o número de ônibus é ainda maior: 500 veículos por hora.
Serão construídas seis baias especiais para embarque e desembarque de passageiros de ônibus sobre o canal central da Alameda São Boaventura. A primeira, iniciada em janeiro, ficará na altura do Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho e levará o nome de Estação Getulinho. Na seqüência, serão construídas as estações Riodades, Santo Cristo, Zoológico, Bairro Chico e Colégio Nossa Senhora das Mercês.
A obra na alameda está orçada em R$ 6,9 milhões. O projeto inclui ainda a modernização do sistema de sinais de trânsito, para facilitar o acesso dos pedestres às plataformas de embarque e a travessia das pistas, e a instalação de monitoramento eletrônico de velocidade nos ônibus que vão circular no corredor, possibilitando maior fluidez do trânsito.
"A maquete dará uma idéia para a população de como funcionará o corredor e como ficará o trânsito na alameda", antecipou o secretário de Transportes Julio Lopes.
A obra será executada pela Construtora Camter, vencedora da licitação, e deverá ficar pronta em setembro. Um dos principais eixos viários de Niterói, a alameda liga os municípios do Leste fluminense com a Ponte Rio-Niterói. Por ela, trafegam por hora uma média de 2,5 mil veículos e 300 ônibus municipais e intermunicipais.
Além desse intenso movimento de veículos, a alameda possui grande número de lojas comerciais e de serviços ao longo das duas margens. A Secretaria de Transporte calcula que a construção do corredor beneficiará diariamente 500 mil pessoas que circulam por essa área de Niterói.
"A previsão é que a velocidade dos carros seja três vezes maior que a atual média de 10 km/h nos horários de maior movimento, Precisamos dar um fim aos intermináveis engarrafamentos que atrapalham a rotina dessas pessoas. Esse projeto também vai permitir uma maior integração dos ônibus com o sistema de barcas, desafogando o trânsito na Ponte Rio-Niterói", destaca o secretário Julio Lopes, lembrando que o projeto também inclui alargamento da Avenida Feliciano Sodré, no Centro de Niterói, onde o número de ônibus é ainda maior: 500 veículos por hora.
Serão construídas seis baias especiais para embarque e desembarque de passageiros de ônibus sobre o canal central da Alameda São Boaventura. A primeira, iniciada em janeiro, ficará na altura do Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho e levará o nome de Estação Getulinho. Na seqüência, serão construídas as estações Riodades, Santo Cristo, Zoológico, Bairro Chico e Colégio Nossa Senhora das Mercês.
A obra na alameda está orçada em R$ 6,9 milhões. O projeto inclui ainda a modernização do sistema de sinais de trânsito, para facilitar o acesso dos pedestres às plataformas de embarque e a travessia das pistas, e a instalação de monitoramento eletrônico de velocidade nos ônibus que vão circular no corredor, possibilitando maior fluidez do trânsito.
Evento 'Musifest' promove shows e workshops gratuitos em Niterói
Evento 'Musifest' promove shows e workshops gratuitos em Niterói
Leandro Souto Maior, JB Online
NITERÓI - Começa nesta segunda-feira a quarta edição do Niterói Musifest. O evento, coordenado pelo músico Arthur Maia, traz para a cidade shows e workshops gratuitos com alguns dos melhores músicos do Brasil até o próximo domingo, dia 30. As aulas - para os interessados que se inscreveram pela internet - começam nesta segunda-feira, em salas do Centro Educacional de Niterói, e as apresentações começam na quarta-feira.
Entre os 'feras' que vão ministrar as oficinas de música, estão escalados nomes como o baterista Pascoal Meireles, o tecladista Kiko Continentino, o guitarrista Fernando Caneca e o próprio Arthur Maia. Os shows não estão menos bem servidos de virtuosos: Chico Batera, Guinga, Silvério Pontes, Nicolas Krassik e Marcel Powell são algumas das principais atrações.
Quem começa os trabalhos, no palco do Teatro Municipal de Niterói, nesta quarta-feira, dia 26, às 20 horas, é o baixista do grupo Azymuth, Alex Malheiros. Ele vai apresentar um show solo inédito, com músicas de seu próximo CD, ainda sem título, que já está gravado e deve sair em breve.
- Para este show vou contar com a participação especial do saxofonista Nivaldo Ornellas. Além desse meu novo disco, vem aí também este ano mais um do Azymuth, aguardem - adianta Malheiros, morador de Niterói e que se apresenta pela primeira vez no Musifest.
Leandro Souto Maior, JB Online
NITERÓI - Começa nesta segunda-feira a quarta edição do Niterói Musifest. O evento, coordenado pelo músico Arthur Maia, traz para a cidade shows e workshops gratuitos com alguns dos melhores músicos do Brasil até o próximo domingo, dia 30. As aulas - para os interessados que se inscreveram pela internet - começam nesta segunda-feira, em salas do Centro Educacional de Niterói, e as apresentações começam na quarta-feira.
Entre os 'feras' que vão ministrar as oficinas de música, estão escalados nomes como o baterista Pascoal Meireles, o tecladista Kiko Continentino, o guitarrista Fernando Caneca e o próprio Arthur Maia. Os shows não estão menos bem servidos de virtuosos: Chico Batera, Guinga, Silvério Pontes, Nicolas Krassik e Marcel Powell são algumas das principais atrações.
Quem começa os trabalhos, no palco do Teatro Municipal de Niterói, nesta quarta-feira, dia 26, às 20 horas, é o baixista do grupo Azymuth, Alex Malheiros. Ele vai apresentar um show solo inédito, com músicas de seu próximo CD, ainda sem título, que já está gravado e deve sair em breve.
- Para este show vou contar com a participação especial do saxofonista Nivaldo Ornellas. Além desse meu novo disco, vem aí também este ano mais um do Azymuth, aguardem - adianta Malheiros, morador de Niterói e que se apresenta pela primeira vez no Musifest.
Salão de Leitura de Niterói
Cobras, aranhas e escorpiões no Salão de Leitura de Niterói
Rio - Visitantes do 2º Salão da Leitura de Niterói, que acontece entre os dias 27 de março e 1º de abril, poderão aprender mais sobre animais peçonhentos. Em meio a cobras, aranhas e escorpiões de verdade e vivos será lançado o gibi Família IVB e os Vizinhos Venenosos. A história em quadrinhos é a segunda da série Dr. Vitalzinho. Tem 16 páginas coloridas e foi criada para explicar porque as espécies vêm das áreas rurais para os centros urbanos, aumentando o número de acidentes. Foi patrocinada pela Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro.
O lançamento está marcado para as 16h30 do primeiro dia (27/3), no estande do Instituto Vital Brazil, onde estarão expostas as principais espécies da região sudeste. Os animais estarão em terráreos de acrílico e biólogos ensinarão sobre a natureza e o comportamento destes animais. Publicações educativas estarão disponíveis aos visitantes a fim de reforçar o aprendizado. E uma bióloga do IVB dará mini-aulas às crianças presentes. De forma lúdica e divertida, a meninada irá aprender através de cartazes com desenhos. As quatro palestras terão duração aproximada de 20 minutos.
Com entrada gratuita, o Salão de Leitura acontecerá numa tenda climatizada de 1.255 m² montada no Teatro Popular, no Caminho Niemeyer. Serão 121 estandes e mais de 300 atividades, entre encontros com autores, lançamentos de livros, shows, teatro, cinema, feira literária, contações de histórias, mesas-redondas e palestras.
Diariamente, na sede do IVB (R. Maestro José Botelho, 64, Vital Brazil), quem quiser pode ver de perto os animais peçonhentos usados para extração de veneno e produção de soros. O Circuito de Visitação funciona das 8h30 às 16h30, de segunda-feira a sexta-feira e nos fins de semana, das 8h às 12h. Também fazem parte a “casa da Rafaela” (sucuri de 5 metros, mascote do IVB), a biblioteca e painéis educativos.
PROGRAMAÇÃO: O Salão terá os seguintes horários: dias 27, 28, 31/03 e 01/04, das 9h às 20h, e nos dias 29 e 30/03, das 9h às 18h. Oficina didática do IVB: 27/03 (quinta-feira) - 15h 28/03 (sexta-feira) - 9h 31/03 (segunda-feira) - 15h 01/04 (terça-feira) - 9h Para verificar a programação completa do 2º Salão da Leitura de Niterói e obter mais informações sobre o evento, basta ligar para o telefone 2719-6748 ou acessar o site www.educacao.niteroi.rj.gov.br.
Rio - Visitantes do 2º Salão da Leitura de Niterói, que acontece entre os dias 27 de março e 1º de abril, poderão aprender mais sobre animais peçonhentos. Em meio a cobras, aranhas e escorpiões de verdade e vivos será lançado o gibi Família IVB e os Vizinhos Venenosos. A história em quadrinhos é a segunda da série Dr. Vitalzinho. Tem 16 páginas coloridas e foi criada para explicar porque as espécies vêm das áreas rurais para os centros urbanos, aumentando o número de acidentes. Foi patrocinada pela Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro.
O lançamento está marcado para as 16h30 do primeiro dia (27/3), no estande do Instituto Vital Brazil, onde estarão expostas as principais espécies da região sudeste. Os animais estarão em terráreos de acrílico e biólogos ensinarão sobre a natureza e o comportamento destes animais. Publicações educativas estarão disponíveis aos visitantes a fim de reforçar o aprendizado. E uma bióloga do IVB dará mini-aulas às crianças presentes. De forma lúdica e divertida, a meninada irá aprender através de cartazes com desenhos. As quatro palestras terão duração aproximada de 20 minutos.
Com entrada gratuita, o Salão de Leitura acontecerá numa tenda climatizada de 1.255 m² montada no Teatro Popular, no Caminho Niemeyer. Serão 121 estandes e mais de 300 atividades, entre encontros com autores, lançamentos de livros, shows, teatro, cinema, feira literária, contações de histórias, mesas-redondas e palestras.
Diariamente, na sede do IVB (R. Maestro José Botelho, 64, Vital Brazil), quem quiser pode ver de perto os animais peçonhentos usados para extração de veneno e produção de soros. O Circuito de Visitação funciona das 8h30 às 16h30, de segunda-feira a sexta-feira e nos fins de semana, das 8h às 12h. Também fazem parte a “casa da Rafaela” (sucuri de 5 metros, mascote do IVB), a biblioteca e painéis educativos.
PROGRAMAÇÃO: O Salão terá os seguintes horários: dias 27, 28, 31/03 e 01/04, das 9h às 20h, e nos dias 29 e 30/03, das 9h às 18h. Oficina didática do IVB: 27/03 (quinta-feira) - 15h 28/03 (sexta-feira) - 9h 31/03 (segunda-feira) - 15h 01/04 (terça-feira) - 9h Para verificar a programação completa do 2º Salão da Leitura de Niterói e obter mais informações sobre o evento, basta ligar para o telefone 2719-6748 ou acessar o site www.educacao.niteroi.rj.gov.br.
PT TERÁ CANDIDATO PRÓPRIO
O prefeito de Niterói, Godofredo Pinto, decidiu, na noite de domingo, que não vai se coligar com o PDT e apoiar o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira nas eleições municipais deste ano
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